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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Moore's Wrestling Corner #5 - PWG Eleven - Review



Boas, amigos da CWO nacional. Cá estou eu novamente aqui no Moore’s Wrestling Corner, rubrica que já comemora a sua quinta edição no Wrestling Spam. O tema desta 5ª edição volta a ser a Pro Wrestling Guerrilla, neste caso trata-se da minha review pessoal do 11º aniversário da promotora californiana, o ‘Eleven’ que teve lugar no local habitual em Reseda, no dia 26 de Julho.





- Tommaso Ciampa def. Rocky Romero


Bom combate a abrir o 11º aniversário da PWG. Tratam-se de dois wrestlers nem muito parecidos nem muito diferentes. Aqui vejo-me obrigado a retirar o que disse sobre o Ciampa na análise ao Field Of Honor. Foi diferente do que temos visto recentemente dele na ROH.

Gostei de ver os comentadores a salientar o escaldão do Ciampa para dar a sensação de mais impacto a cada back bump, apesar de ser bem visível. No fim o Ciampa venceu com uma Discus Lariat após a típica sequência de no-sells que a PWG costuma apresentar.

Tenho também de referir que o Ciampa tem crescido aos olhos dos fãs neste último ano. Há 1 ano era impensável ter uma reação maior que o Romero. Aqui isso aconteceu.

- Rating: ***1/4




- ACH def. Cedric Alexander


24! 24 minutos para um Cedric vs. ACH e não se pode dizer que tenha sido tempo mal empregue. É um perfeito exemplo de um combate extremamente "entertaing" sem nenhuma build por trás.

A 1ª metade, mais lenta, foi controlada pelo público (que pedia e tinha) e por ACH com o seu carisma natural e os dois participantes trabalharam bem o público para uma 2ª metade mais frenética, com high-flying e muito contra-ataque.

Curiosamente aqui já se tinha feito o spot que no Field Of Honor deu a vitória a Cedric, mas como ali em cima faz crer, aqui o ACH fez a kick-out. No fim ACH venceu com um 450 Splash que somente à 3ª foi de vez. Com um bom público trabalha-se bem melhor.

- Rating: ***1/2




- Best Friends def. Elgin/Gargano


Este ainda foi mais longo que o anterior e trata-se de um combate para "fazer descansar o público" na medida do possível. Construído de forma lenta do início ao fim, a 1ª parte deste foi comedy wrestling, como habitual num combate dos Best Friends.

Convém referir que Elgin e Gargano fizeram papel de heels.

Bom, tirando o que já foi dito, a 2ª metade foi bastante normal, só tendo alguns highlights quando os quatro estavam no ringue ao mesmo tempo. As kickouts foram sendo frequentes e o final foi explosivo: Reverse Piledriver do Trent? ao Gargano de cima do canto. O público ouviu-se mais do que em qualquer altura até agora.

- Rating: ***1/2




- Trevor Lee def. Kevin Steen


Até agora o combate que mais me agradou. Disputado a um ritmo mais rápido, exceptuando os momentos no ringside, não fiquei desiludido com a prestação do Trevor Lee num singles match frente a um adversário diferente de si.

Também aqui os fãs foram parte ativa, como não poderia deixar de ser até porque Kevin Steen esteve em ação e contribuíram para um combate animado.

Para espanto geral o Trevor conseguiu a kick-out do Package Piledriver e ganhou com um Roll Up. Kudos para o Steen pelo job mas honestamente preferia que tivesse sido para outro lutador. Possivelmente o Cedric, sei lá.

- Rating: ***1/2





»» Promo de despedida do Steen, a pôr over o Trevor Lee que nem há dois minutos estava a ser apupado e claro, a revelar o motivo pelo qual se ia embora: ajudar El Generico a cuidar dos órfãos em Tijuana.


- Kazarian def. Brian Kendrick


Um combate muito bom, bem construído e com muito boa selling, é isto que estes veteranos das indies ainda conseguem proporcionar. Um pouco mais moderado do que há uns anos era típico dos dois, com mais espaço a regular wrestling e menos a high-flying, mas os fãs não se hão de ter queixado.

Há que salientar: o Brian Kendrick fez papel de heel durante o combate, apesar de os fãs não o assumirem como tal. Ainda assim as maiores pops foram para o Kaz. Quem diria que o Kendrick chegou a ser campeão não oficial da WWE por 8 minutos?

Finalmente, só aponto uma coisa de negativo: um botch bem evidente dos dois no canto. Por pouco o Kaz não partiu o queixo.

Já estou farto de dar 3 e meio a tudo, mas é o que dou a este também.

- Rating: ***1/2




- #1 Contendership: Roderick Strong def. Adam Cole


Pronto, este já tem mais que ***1/2. Excelente combate, não tão longo como os últimos, o que permitiu que este fosse um all-out match técnico. Fast-paced q.b., com muito contra-ataque e algumas near-falls nos últimos minutos.

Também aqui o Adam fez o seu papel de heel muito bem num combate (cada vez mais raro) em que o Strong derrotou alguém.

Assim sendo, o Roddy tem a sua title shot que será mais um quase. Não vence claramente. Contudo, preferia que o Adam Cole tivesse ganho e assim teríamos Adam vs. Kyle III.

Como erro neste combate só tenho a apontar uma falha de comuniçãoo mesmo no final, antes do Sick Kick.

- Rating: ****




- PWG World Title: Kyle O'Reilly (c) def. Chris Hero


Antes de mais convém referir que o Hero está numa forma física péssima. Gordo e bem.

Passando ao combate, não foi mau mas, honestamente, desapontou-me. Foi muito longo e foi quase sempre disputado a um ritmo lento e nem os fãs na arena mostraram grande entusiasmo. Ainda assim há que admitir que foi bem trabalhado... simplesmente pedia mais.

A construção foi boa, com o Hero a trabalhar muito a perna do Kyle e o O'Reilly, ao contrário do hábito, a não trabalhar o braço do oponente. O'Reilly venceu e reteve o título com o ARMaggedon.

Resumindo: muita submissão, muito striking, mas a um ritmo lento para dar para mais de 30 minutos. Se tivesse durado 15 e fosse disputado a um ritmo em que os dois costumam trabalhar, mais meia estrela não deveria ser exagero. Assim... soube a pouco para o que eu antecipava.

- Rating: ***3/4


 



»» Após o combate o novo contender (Roderick Strong) foi ao ringue cumprimentar Kyle O'Reilly e entregar-lhe o título, com Kyle a sentir-se ofendido por Strong lhe roubar o spotlight, o que foi estranho porque o carisma de ambos não é nem de perto excelente. Depois Strong atacou o campeão com um Sick Kick e um Strong Breaker, pousou com o título e aplicou um novo Strong Breaker. #HEELTURN





- PWG World Tag Team Titles: World's Cutest Tag Team def. The Young Bucks (c) - Guerrila Warfare


Que há a dizer... excelente! Devo confessar que quando este combate foi anunciado olhei-o de lado. Não esperava que estes quatro conseguissem ter um hardcore de excelência, mas tiveram. E enquanto o que se viu mais pela internet foi o blade job grosseiro da Candice, a verdade é que o resto ficou meio na sombra disso. Não fazia ideia que tinha havido um Superkick com um ténis coberto por pionéses, nem que tinha havido um Spear para uma mesa quase a fechar o combate.

Bom, passando à análise mais concreta: tratou-se de um combate espetacular. Podemos chamá-lo de spotfest, mas um spotfest muito bem conduzido, com algum high-flying já esperado a complementar o hardcore, tudo bastante fast-paced, algo a que os fãs reagiram de um modo excelente. No final, o típico Balls-plex da Candice no Matt em cima de uns pionéses deu o título à World's Cutest Tag Team.

Há que referir que o spot do Spike Piledriver à Candice no ringside me deu arrepios. Não é todos os dias que a menina mais bonita do wrestling está num spot destes. Os meus parabéns à Candice pelo que se dispôs a fazer.

- Rating: ****1/2





»» Para acabar o show, o Steen e o Cole foram ao ringue para anunciar o fim dos Mount Rushmore devido à partida do Steen para a WWE. Um abraço de grupo teve lugar e de seguida Cole ao microfone disse: "We're sorry, we love you", fazendo lembrar HBK antes do Superkick a Flair. Um Triple Superkick acabou a estadia de Kevin Steen na PWG. Vamos sentir falta.





- Prestação da noite: Candice LeRae
- Melhor momento da noite: blade job de Candice




- Opinião final:


Bom show, mas não o melhor da PWG neste ano, muito por culpa de alguns combates de undercard e do pré-main event que me desapontou. Ainda assim, o main event compensou e bem e na minha opinião está ali um MOTY candidate se contarmos apenas a PWG. Em suma, e deixando de fora o Battle Of Los Angeles digo assim: é possível que no geral os restantes shows da PWG este ano sejam melhores, mas é bem provável que nenhum main event seja tão bom como o do Eleven.

- Rating final: 7.6/10


Terminada a minha review, uma vez mais, se quem já viu o show tiver uma opinião diferente da que eu tive, ou se quem ainda não viu ficou tentado a ver podem dizer de sua justiça aí em baixo nos comentários.



Resta-me despedir, fechando assim a 5ª edição do meu espaço. Um abraço,

Mauro Salgueiro Delca.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Moore's Wrestling Corner #4 - PWG Battle Of Los Angeles 2014 - Antevisão



Boas, amigos da CWO nacional. Novamente vos falo aqui no meu Wrestling Corner e novamente o foco está no wrestling independente, desta vez em particular, a Pro Wrestling Guerrilla que, para quem não sabe é a minha promotora favorita.

Bom, a PWG irá apresentar no próximo fim-de-semana (sexta, sábado, domingo) o seu maior show anual, o famoso torneio Battle Of Los Angeles que, desta vez, terá um número recorde de 24 participantes. Sem grandes demoras deixo-vos aqui os combates da 1ª ronda.



Noite 1:

- Bobby Fish vs. Brian Cage;
- Cedric Alexander vs. Trevor Lee;
- Biff Busick vs. Roderick Strong;
- Michael Elgin vs. Tommaso Ciampa;
- AJ Styles vs. Bryan Myers;
- Drew Gulak vs. Kyle O’Reilly;

Noite 2:

- Chuck Taylor vs. Johnny Gargano;
- Candice LeRae vs. Rich Swann;
- Adam Cole vs. Zack Sabre Jr.;
- Chris Sabin vs. Ricochet;
- Chris Hero vs. Matt Sydal;
- ACH vs. Kenny Omega.

Sublinhados deixei os nomes que terão a sua primeira aparição na PWG, já em bold marquei os combates que mais antecipo e que irei analisar com mais objectividade.

Biff Busick irá estrear-se na PWG neste torneio

Biff Busick vs. Roderick Strong:

- Bom, aqui o meu interesse está sobretudo no Biff Busick que é, na minha opinião um dos wrestlers mais sub-valorizados do circuito indy que agora finalmente tem algum destaque enquanto campeão da CZW. Porém, não vale a pena associarem a CZW neste caso a hardcore. - O Busick é um excelente all-rounder e esta contenda deverá ser disputada bem ao estilo técnico, que é onde ambos mais se destacam.

- Sem surpresa o Strong deverá vencer, mas o combate certamente não vai desiludir.

Após ter aparecido na Beyond Wrestling (p.e.), Myers estreia-se na PWG

AJ Styles vs. Brian Myers:

- Dois dos nomes mais sonantes do torneio, para quem não está habituado às indies. Brian Myers (Curt Hawkins) fará aqui o seu debut na PWG enquanto AJ Styles regressará à casa onde já foi campeão. Já lá vão 9 anos, mas só é permitido dizer que AJ só evoluiu e muito.

- O porquê de eu querer ver este combate é principalmente o Myers. Quero ver como se adaptará ao estilo da PWG. O AJ certamente será bem recebido.

- Em termos de combate, não espero o melhor do torneio, mas espero um bom combate entre dois workers com estilos algo semelhantes. O AJ vencerá sem surpresa.

Será o campeão da PWG a dar as boas vindas a Drew Gulak

Drew Gulak vs. Kyle O’Reilly:

- Para mim é um dream match. Tratam-se daqueles que são, na minha opinião, os dois melhores pure workers das indies dos EUA, ponto. Principalmente Drew Gulak ainda não deve ser um nome que muitos aqui conhecem, portanto, imaginem um Lou Thesz da era moderna. Até a sua gimmick é de “traditionalist” e por isso foi um heel fácil na CZW.

- A contenda, sem dúvida será disputada ao estilo técnico e possivelmente Gulak terá aqui alguma agressividade que não é muito comum em si e será também engraçado ver como a PWG o recebe. No fim ganha o campeão, Kyle O’Reilly.

Chuck Taylor e Johnny Gargano enquanto "Campeones de Parejas"

Chuck Taylor vs. Johnny Gargano:

- Não tanto pelo wrestling, mas mais pelo fun. É assim que quero ver este combate. Os dois conseguem ser muito bons em comedy wrestling, sem mencionar que conseguem meter um público ao rubro com bom wrestling incluído.

- Também há que referir que este será um combate entre dois ex-colegas de equipa (Team F.I.S.T.) na CHIKARA e, provavelmente será feita uma menção a isso.

- Como resultado final, o Johnny Gargano deverá vencer, mas aqui já tenho mais dúvidas. De qualquer forma, vejo aqui um combate para descansar o público.

Zack Sabre Jr. já conta com dois reinados de equipas Junior na NOAH

Adam Cole vs. Zack Sabre Jr.:

- Fácil de explicar. Provavelmente este será o melhor combate da primeira ronda e muito possivelmente do torneio. Para quem não conhece Zack Sabre Jr. recomendo o seu combate no PROGRESS 13 frente a Devitt.

- Aqui vejo uma combinação excelente de técnica com alguma stiffness de ambos num combate disputado a um ritmo rápido. O Sabre Jr. fará o papel de babyface frente ao melhor heel das indies.

- No fim, o Adam Cole vencerá, a não ser que a PWG resolva tirar um coelho da cartola, o que até é possível.

- Em jeito de curiosidade posso referir que ambos são patrocinados pela Team SPLX.

Nos restantes combates Brian Cage, Trevor Lee, Michael Elgin, Candice LeRae, Ricochet, Chris Hero e Kenny Omega são as minhas apostas, ainda que considere vitórias de Cedric Alexander e Chris Sabin.

Curiosamente, também estou expectante para o Bobby Fish vs. Brian Cage, que, apesar de ser um clash de estilos, consigo ver um combate bom, com o Bobby Fish a trabalhar em prol do Cage de uma maneira excelente. Hero vs. Sydal também será bom, mas nem tenho grande interesse, não sei porquê.

Os favoritos:

- Sem surpresa tenho de dizer que AJ Styles é o principal favorito à vitória no torneio. Em condições normais seria um lutador mais jovem a vencer, mas AJ é o campeão da IWGP, não sei se a NJPW vai muito com a ideia de não ser AJ a vencer, ainda por cima em tempo de expansão. Contudo, numa eventual title shot não o vejo a vencer e assim sendo, até é possível que nem chegue a ganhar o torneio.



- Roderick Strong: é simples a inclusão de Strong na lista: nunca Roderick Strong foi campeão da PWG nem venceu o BOLA. Contudo, há que ver que este tem sido utilizado como gate keeper, quer aqui, quer na ROH… quer em todo o lado. E assim seria justo Strong vencer o torneio e depois elevar ainda mais O’Reilly como campeão no excelente combate que imagino os dois a dar.

- Kyle O’Reilly: nunca nenhum campeão venceu a BOLA durante o reinado e é possível que Kyle seja o primeiro. No último ano a PWG tem apostado forte em O’Reilly e desde que Drake Younger saiu este tem sido cimentado como #1 babyface. Colocar Kyle a vencer o torneio será uma excelente maneira de cimentá-lo ainda mais. Ainda assim há que lembrar que O’Reilly venceu em 2013. Duvido que o faça uma segunda vez.

- Johnny Gargano: Aproveito e digo isto depois de falar da vitória de O’Reilly em 2013. Ninguém o esperava realmente e é possível que muita gente não espere ver Gargano a triunfar este ano, mas Gargano é um wrestler bem ao estilo da PWG e é possível que a PWG aproveite isso. Convém referir: Gargano teve um reinado de 873 dias como campeão na DG-USA.

- Adam Cole: Na ROH perdeu o título recentemente, pouco depois de o ter perdido na PWG. O que uma vitória neste torneio podia oferecer a Adam Cole é excelente. Seria o 1º a conseguir vencer a BOLA pela 2ª vez e esta opção seria boa, ao contrário do “bi-campeonato” de O’Reilly. É uma maneira de aproveitar o melhor heel da PWG com uma personagem de gold hunter fortificada com umas promos no youtube e abriria portas a Cole vs. O’Reilly III na PWG para desempatar. Aí O’Reilly vencia.

- Finalmente, num plano mais abaixo, há que considerar Michael Elgin, Chris Hero, Ricochet e Tommaso Ciampa como não-descartáveis possíveis vencedores do torneio. Ainda assim é curioso referir Ciampa quando nem penso que chegue à segunda ronda. Mas se a passar prevejo que vá longe, visto que é dos workers que consegue uma maior reacção na PWG.

Bom, da parte do torneio em si é tudo e como o artigo já está bem longo só vou deixar aqui os non-tournament matches:

Noite 1:

Adam Cole/Young Bucks vs. Friends Of Low Moral Fiber (Sabre Jr./Omega/Taylor)
Bad Influence vs. Inner City Machine Guns vs. World’s Cutest Tag Team

Noite 2:

Biff Busick/Drew Gulack vs. Unbreakable F’N Machines
Bad Influence vs. Young Bucks

Devo dizer que estou expectante para ver a versão da PWG para o Bad Influence vs. Young Bucks.

Agora sim, a minha parte está terminada. Agora falta a vossa: planeiam ver o torneio? Se sim, do que é que estão mais à espera?

Sem mais me despeço, outra vez com um abraço,
Mauro Salgueiro Delca.

sábado, 23 de agosto de 2014

Moore's Wrestling Corner #3 - ROH Field Of Honor - Review


Boas, caros amigos da CWO nacional. Pela terceira vez vos falo (ou escrevo, se quiserem mais rigor) aqui no meu Wrestling Corner e pela primeira vez vos apresento uma revisão, porque também me armo em Meltzer uma vez ou outra. O evento é o Field Of Honor, que teve lugar no MCU Park em New York na passada sexta 15 de Agosto e foi apresentado, como diz no título, pela ROH. Sem nada mais a dizer, espero que cative quem não segue ROH e quem seguir ROH e já tenha visto o evento… que se acuse.



- ROH Television: Jay Lethal (c) def. Matt Taven - Steel Cage
O que se pode dizer: um combate excelente para terminar uma feud fraca. Ainda antes da campainha e fora da jaula Matt Taven atacou Lethal e depois da campainha soar a ação começou lenta até se desenvolver muito bem e tornar-se caótica. Pela primeira vez o Taven tinha o público genuinamente na mão e eu incluo-me nesse grupo. Markei legitimamente com os 9 Superkicks seguidos ao Lethal e markei com o Splash de cima da jaula com a referência ao Snuka incluída. Martini roubou-lhe a vitória e o Lethal venceu com ajuda do cinto. Possivelmente até posso exagerar no rating, mas este foi um dos combates que me fez ter uma reação genuína.
- Rating: ***3/4

»» Pequena nota pessoal: é pena que esta feud tenha sido muito mal dividida. O Taven só venceu um combate e foi um Proving Grounds match.
Num mundo perfeito o Taven teria vencido este Cage match, mantinha-se na ROH e o Truth Martini podia fazer umas férias por enquanto. Contudo, o mundo não é perfeito e o Matt Taven saiu da ROH após este combate. Pelo crescimento notório, é pena.

- Mark Briscoe def. Takaaki Watanabe
Para não variar, este foi outro combate do Watanabe que não me conseguiu cativar. É chato vê-lo e o combate foi claramente carregado pelo Mark. A reação do público foi bastante inferior à do anterior com uns a cantar "Man Up" e outros calados. O que vale é que não durou muito.
- Rating: **1/2



- Moose/RD Evans def. Brutal Bob/Cheeseburger
Outro combate que não foi excelente, mas também não era a intenção. Ofensiva repartida até entrar o Moose para limpar a casa. Vencedores esperados com um Spear do Moose no Cheeseburger. O RD fez o pin logo a seguir.
É a primeira vez que vejo o Moose em ação e apesar de ter tido um tempo reduzido no ringue consegui reconhecer que fez bem o seu papel. Os treinos com o Uhaa Nation devem ter ajudado. Após o combate o Moose apertou a mão aos adversários enquanto o RD Evans fez um homerun. Ficou claro que o Moose é o tweener da equipa.
- Rating: **1/2

- Michael Bennett def. Rocky Romero
Combate interessante, simples e bem executado. Tudo esteve bom sem esquecer a Maria, mas isso não entra na review. Vimos algo muito bem trabalhado aqui e bastante bem vendido com o Bennett a fazer um pouco de trash talking por algumas vezes. O final foi muito bom, com a Maria a replicar a taunt típica do Romero (do Eddie Guerrero vá) para o Bennett acabar com o Spear e o Photo Finish. Kudos para o Rocky que nunca se importa de fazer um bom job.
- Rating: ***1/2

- Decade (Whitmer/Strong/Jacobs) def. Will Ferrara/Ken Phoenix/John Knockout
Há que referir que o acidente de mota do Ray Rowe deve ter safado os Decade de um job. Bom, foi um combate rápido, o que é normal. Os derrotados são três estudantes da ROH e como não vi os Future Of Honor esta foi a primeira vez que os vi. Gostei do entertainment do Knockout (o tipo da facepaint). No fim, os Decade ganharam após dominarem. Normalíssimo.
- Rating: **1/4



- Silas Young def. Tommaso Ciampa
Combate decente entre dois dos meus favoritos das indies que têm a vantagem de ser também muito similares no seu estilo. Muito físico como seria de esperar. Ainda assim tenho que comentar que o Ciampa anda estagnado, todos os seus combates me parecem muito semelhantes, é pena. Voltando a este combate no particular, meteu cadeiras, para o spot típico das joelhadas do Ciampa e logo depois o Silas ganhou com uso da campainha. 2ª vitória com foreign object, retirei 1/4 de estrela por isso.
- Rating: ***

»» Após o combate o Ciampa tentou atacar um árbitro como queixa pela maneira como perdeu. Já anda há um tempo a dar a tease para o turn. Ainda bem.



- Cedric Alexander def. ACH
Bom combate, mas que pecou pela falta de interesse dos fãs, tendo muitos abandonado porque o álcool estava a acabar. Assim sendo os dois tiveram de trabalhar para tentar puxar de novo os fãs para o combate, e com algum sucesso. Foi um bom combate, muito fast-paced mas sem ser spotfest. O final deu-se com o gif que se vê aí em cima. Muito bom.
- Rating: ***1/4



- ROH World Tag Team: reDRagon (c) def. Bad Influence
Nota pessoal: uma das três melhores tags do mundo (com Wolves e Young Bucks), na minha opinião, esteve no combate e não falo dos Bad Influence. Foi só um aparte.
O combate voltou a desiludir um pouco, sendo até talvez inferior ao do Best In The World. Ainda assim, não foi mau nem perto disso. É impossível estes quatro fazerem algo mau. Ao menos serviu para os BI fazerem outro job para os reDRagon e ao mesmo tempo desenvolver a feud com os Decade, que lhes custaram aqui a vitória.
- Rating: ***1/2



- ROH World: Michael Elgin (c) def. Adam Cole, AJ Styles e Jay Briscoe
Nota pessoal: pelo trabalho que tem desenvolvido ultimamente no Japão o AJ é, para mim, o melhor wrestler da atualidade e deu-nos novamente uma prestação excelente, apesar de ser o outsider do combate em termos de storyline.
Como é habitual nos multi-man matches, o que vimos foi dois no ringue, dois fora da ação, com uns spots de three-way pelo meio. Nada de novo, mas bem executado. Saliente-se que o Adam Cole a cada prestação prova ser o melhor heel das indies e nos últimos tempos tem tido uma evolução excelente em termos de psicologia. Sem nada que me fizesse saltar da cadeira aqui, todo o combate conseguiu ser bem sólido e contou-se aqui uma história de forma a consolidar o Elgin como campeão. O Adam sofreu o pin com o típico Elgin Bomb mas espero que o Jay seja relegado para a tag division ASAP. Boa maneira de terminar o evento.
- Rating: ***3/4

- Prestação da noite: Matt Taven;
- Melhor momento da noite: Splash de Taven.

- Opinião final:
Foi um bom show que a ROH nos proporcionou e, quer pelo opener, quer pelo main event, o show em nada ficou a dever à hype que recebeu. O público foi em alguns aspetos diferente do habitual da ROH e foi péssimo a cerveja ter acabado num combate que podia ter sido show stealer. Ao menos no main event o público acordou um pouco.
Convém referir como nota que a ROH meteu mais gente no MCU Park que a TNA em qualquer um dos últimos dois shows lá.
- Rating final: 7.3/10

Como já é hábito despeço-me com um abraço,

Mauro Salgueiro Delca.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Moore's Wrestling Corner #2: O porquê de preferir indies



Boas, caros colegas da CWO. Trago-vos aqui a 2ª edição do meu Moore’s Wrestling Corner, desta vez sim, para falar de wrestling independente com um tema novamente bem simples, e que servirá também ele como uma espécie de complemento à apresentação que fiz na semana passada.

O artigo não será longo ou pelo menos assim espero e abrange apenas as promoções independentes mais importantes (ROH, PWG, WWN…)

O primeiro dos Young Bucks vs. reDRagon (não o referido posteriormente)

Bom, podemos começar pela simples beleza quer do wrestling técnico (aquele que considero mais puro) como também do high-flying (o mais espectacular). E nas indies que referi acima os dois complementam-se e praticamente a totalidade de um evento de qualquer uma delas baseia-se no technical wrestling ou no high-flying wrestling. E o excelente é que ambas, quando bem combinados produzem algo magnífico que salta à vista a qualquer um e que, pelo menos a mim, me faz por vezes agir como um miúdo ao ver um combate. 

Recomendo que vejam Young Bucks vs. reDRagon no War Of The Worlds, show da ROH em conjunto com a NJPW, algo que nos leva ao próximo ponto.

Chris Hero, no seu regresso à ROH. Já havia combatido na mesma noite pela CZW

Este ponto fala portanto dos contratos abertos e da cooperação de algumas das indies. 

Ora, se por acaso jogam EWR ou TEW já se depararam com contratos abertos (Open contracts). E se não souberem do que se trata eu explico rápido: é isso que faz as indies… serem indies. Não há exclusividade de contratos. Não há porque, pronto, as companhias não estão em excelente situação financeira e como tal não os podem oferecer. Mas isto oferece-me a possibilidade de ver, por exemplo, um dos meus wrestlers preferidos (Chris Hero) a ser presença constante na ROH, PWG, WWN e a lista continua. Outra possibilidade é o podermos ver um combate em duas companhias diferentes. Não é certamente uma coisa nova mas serve de comparação. Recentemente vimos Adam Cole vs. Chris Hero na PWG e na ROH. Ambos foram muito bons à sua maneira. Enquanto o combate na ROH foi melhor trabalhado no que aos basics diz respeito, na PWG foi mais rápido e agressivo.

O primeiro combate da feud entre ROH e CZW opôs Danielson a Hero

Quanto à cooperação que veio a propósito da NJPW. Convém referir que esta não é uma indy. Era só um ponto que queria esclarecer.

Ora, o tópico em si: não é prato do dia ver cooperações e elas já foram mais comuns, quer através de shows conjuntos, quer através de defesas de títulos. Este último caso ainda acontece com a NWA, mas principalmente shows conjuntos são raros, mas excelentes para ajudar ambas as promoções envolvidas. A ROH e a PCW (Preston City Wrestling) vão fazer um supershow em Setembro. Lógico que a maioria dos combates serão ganhos por wrestlers da ROH. Normal, a PCW é apenas uma federação com sucesso no Reino Unido. Contudo, isto ajudará a PCW a obter popularidade, quer no seu país, quer a nível internacional. O mesmo acontece à ROH que poderá alargar a sua fanbase britânica.

Um bom exemplo de cooperação que quero referir já tem oito anos: ROH e CZW tiveram uma storyline em conjunto. A CZW fez papel de invasora e no final ganhou ambos lucraram com isso. A ROH venceu claro está.

Davey Richards vs. Michael Elgin, o último 5-star match em solo norte americano (Maio de 2012)

O último ponto fala do que as independentes têm de melhor que os as diferencia do mainstream que a WWE e a TNA podem oferecer. E podemos usar um slogan da TNA: Wrestling Matters. É sobretudo isto que faz o típico fã indy preferi-las. As storylines da ROH por exemplo são bem simples de acompanhar. As promos são na sua maioria postadas no youtube e eu, por exemplo, nem me dou muito ao trabalho de as ver, porque se tratam do que se viu no ROH Wrestling. São promos que não ocupam mais de um minuto e isso permite que se desenvolvam várias storylines numa hora de tv apenas. Cinco ou seis promos: um minuto cada, deixando o resto do slot para wrestling. Já a PWG nem se pode dar ao luxo de gastar o tempo dos seus eventos, que dá em média 3 horas por mês apenas, com promos ou segmentos. Não é isso que o público procura e por isso as promos são quase inexistentes e quando existem são para dar relevo a um acontecimento instantâneo. Recorde-se a formação dos Mount Rushmore no Battle Of Los Angeles 2013.

Dito tudo isto, estas são as principais razões que me fazem preferir optar por wrestling independente ao invés de WWE ou TNA. Concordem ou não concordem, qualquer comentário que fizerem será apreciado porque é sempre bom discutir alguns pontos de vista. Sem mais me despeço por hoje.

Abraço,

Mauro Salgueiro Delca.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Moore's Wrestling Corner #1 - Os prós e os contras da TNA


Boas, caros colegas da CWO nacional. Pela segunda vez escrevo aqui no Spam e pela segunda vez vos dou assim as boas vindas ao meu Wrestling Corner. Hoje, como podem muito bem ler no título vou falar da TNA e o assunto concreto está bem explícito no título. Vou-vos falar, no meu ponto de vista, dos positivos e dos negativos da TNA, que, como bem sabemos teve (até ver) o Impact Wrestling, seu maior programa semanal, cancelado pela Spike TV e já viveu dias melhores, ou pelo menos julgamos nós.

Começamos pelos contras da TNA, que para o fã normal da CWO são muito mais (talvez por erro de julgamento) que os aspectos positivos:



1. Figuras de autoridade: possivelmente um dos erros da TNA que são mais facilmente notados por qualquer fã que tenha começado a ver TNA nos últimos seis meses e que não seja grande entendido acerca do “biz” que é o pro wrestling. Nestes últimos seis meses tivemos Dixie Carter, MVP e agora Kurt Angle como figuras de autoridade on-screen na TNA e há que notar que os primeiros dois ocupavam um enorme tempo de antena na programação da TNA e ainda hoje as storylines maiores da empresa são em torno de Dixie e de MVP de alguma forma.

2. Dixie Carter a toda a hora: podia ter incluído este ponto dentro do primeiro, mas a Dixie já não é a verdadeira figura de autoridade da TNA e merece um tópico próprio.

Podemos ver a Dixie como uma faca de dois gumes. Se quando ela primeiro começou a aparecer mais em TV, nós até achávamos engraçado porque enquanto babyface ela parecia genuína, eventualmente começou a aparecer demasiado e até turnou heel (ainda o é até hoje) sem que ninguém percebesse porquê. E em parte conseguiu que a odiássemos por ser tão mau vê-la como heel e por ser tão maçador vemo-la a toda a hora. Atualmente cada vez que vemos o Impact temos que gramar com a Dixieland que não é uma storyline bem conseguida e no meu ponto de vista só tem o EC3 como ponto de interesse.



3. Booking longe de excelente: basta ver um, um episódio do Impact nos últimos meses e é bem possível ver que o booking é inconstante e se viveu excelentes dias há uns dois anos, o ano de 2014 tem sido… mau. Vejamos que Eric Young ganhou o título que até merecia, mas cujo booking tanto antes da vitória como depois foram questionáveis. A construção de Eric Young no caminho do título foi apressada e isso levou a que os fãs tivessem de engolir um reinado de World champion da parte de um midcarder que há pouco tempo atrás era wrestler na divisão feminina. Depois da vitória Eric Young foi bookado na feud contra Dixie Carter, que envolvia muito mais gente em que o campeão era mesmo um dos membros menos over da linha da frente anti-Dixie.

Também o reinado de Lashley teve uma construção fraca que originou a uma reacção terrível e que agora ainda foi ainda mais questionada quando se soube que o campeão há-de voltar às MMA em Setembro ao serviço da Bellator. Não é nada bom ter como campeão alguém que vai abandonar a companhia.

4. Tiro no escuro em busca de popularidade: talvez o pior erro da TNA actualmente. O mau booking não é só coisa de agora, mas a tentativa de ser mainstream foi o que levou à falta de interessa da fanbase mais hardcore da TNA desde os tempos áureos. Em 2010 a TNA livrou-se da sua imagem de marca em estética: o ringue de seis lados, que foi recentemente recuperado. Longe disso ser o maior problema desta tentativa de grandeza. A X Division foi o que diferenciava a TNA do resto. Ali encontrava-se acção excitante que nos permitia observar workers pouco conhecidos e tê-los em conta como algo inovador pelo high-flying e fast-paced-action que era praticado. Foi nisto que se baseou a aposta máxima da TNA nos seus primeiros anos, criando-se até inovadoras estipulações para a divisão, como o Ultimate X. Agora é uma divisão praticamente morta.

Para além disso, também a divisão feminina e a divisão de equipas, que se destacavam pela qualidade, deixaram de ser aposta forte da TNA nos últimos anos e o wrestling heavyweight passou a ser praticamente o único foco de aposta da TNA. É pena.



5. Stables a mais: vamos tentar lembrar-nos de uma stable nos últimos anos que tenha sido bem conseguida por parte da TNA… somente a Main Event Mafia original me surge à ideia e isso já foi há quase 6 anos. Desde aí as stables ocupam também elas um enorme tempo de antena. Tivemos Fortune, Immortal e Aces & Eights. E esta última era uma ideia excelente, mas foi vítima de um booking péssimo ao fim de uns 3, 4 meses da sua formação.

Atualmente há MLK e há Dixieland: duas stables heel que são o centro das atuais storylines da TNA, o que é triste tendo em conta que pelo menos uma devia ter acabado quando as duas tiveram feud e o que é triste quando percebemos que, actualmente, as duas têm mais ou menos o mesmo objectivo.

Bom, já tendo falado dos pontos negativos da TNA, tempo agora para lembrar que nem tudo na TNA está errado:

1. Mudança para Nova Iorque: pode ser uma coisa só de uns meses, mas não há dúvida que um produto como o da TNA tem muito mais interesse numa cidade onde os fãs de wrestling são conhecidos por serem bem expressivos, ao contrário do que acontecia na Impact Zone recentemente. É raro ver-se em Nova Iorque um combate sem reação e se isso acontece é sinal que algo está errado. Não há que negar que os últimos Impact animaram muito mais quem os viu do que os Impact de há uns meses.

E vejamos as portas que a mudança para NY pode abrir à TNA: mais conteúdo hardcore é um exemplo. Não irá aumentar as audiências em casas de família, mas esse não era o público alvo original da TNA e agradar à “testosterona” é o que pode dar dinheiro à TNA, como sempre o fez.



2. Estrelas feitas de pouco: um ponto em que a TNA é superior à WWE é este. A TNA não nega o passado das suas contratações sonantes. Recentemente os Wolves foram aposta na TNA em revitalizar a divisão de equipas e houve uma grande hype antes da sua contratação, anunciando-os como uma das melhores equipas do mundo. A verdade é que o são e justificaram isso e assim que entraram na TNA foram vistos como estrelas. Austin Aries em 2011 e Samoa Joe em 2005 tiveram o mesmo tratamento. Aries hoje é main eventer, já Samoa Joe foi vítima do mau booking recente da empresa.



3. Os “restos” da WWE: são muitos os ex-WWE que têm passado pela TNA recentemente. Lashley, MVP, Mike Knox, Derrick Bateman… são quatro nomes que nos últimos tempos têm tido bastante relevância na TNA sem que alguma vez tivessem tido um push tão elevado na WWE. E compreende-se: é draw fácil o uso de ex-workers que trabalhavam numa empresa com muito maior exposição e será excelente se forem bem utilizados.

Derrick Bateman, por exemplo, nunca teria tido uma chance de brilhar na WWE por ser só mais um, contudo, na TNA tem uma gimmick brilhante que causa heat instantâneo e será excelente numa eventual face turn bem bookada. Algo que deve estar para breve.

Bom, desta edição é tudo. Este foi o meu ponto de vista sobre o estado actual da TNA, 2ª maior promoção norte-americana. Espero ter-me expressado da forma mais correta e, como é óbvio, podem comentar com o vosso ponto de vista, quer concordem ou não comigo, estão à vontade.

Abraço,
Mauro Salgueiro Delca.

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