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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Wrestling Divas #3 - Eve Torres


domingo, 9 de outubro de 2011

Dias is That Damn Good #170 - "O Regresso dos Históricos II"

Boas Pessoal!


Sejam bem vindos a mais um "Dias is That Damn Good", um dos espaços com maior história na nossa CWO ;)

Como sabem, ontem apresentei-vos a primeira parte da temática "O Regresso dos Históricos", onde abordei a importância que o regresso de The Rock e o possível embate entre Steve Austin e CM Punk poderiam ter na modalidade e no desenvolvimento das actuais estrelas da WWE. Agora, que vos apresento a segunda parte desta mesma temática, vou-me centrar nos possíveis regressos de Mick Foley e Chris Jericho, no sentido de avaliar, também, a importância e impacto que estes poderão vir a ter no Pro Wrestling e nos futuros desenvolvimentos da companhia de Vince McMahon.

Não percam, portanto, as próximas linhas...


Falemos primeiro de Mick Foley, a lenda do Hardcore Wrestling. Como todos sabem, Foley nunca foi um primor dentro do ringue e os melhores dias da sua carreira também já lá vão, contudo, ele sempre foi um dos lutadores mais acarinhados pelo público, sempre soube como criar emoções nas plateias e como "manipula-las" e, acima de tudo, sempre foi alguém com uma grande percepção da importância do storytelling, algo que aproveitou bastante bem com as suas excelentes mic skills e carisma. Por outro lado, já depois de ter abandonado um regime de trabalho full-time, sempre trabalhou com a WWE na criação de rivalidades, angles e combates, pontuais, que tiveram algo de especial e positivo a acrescentar à modalidade e à própria companhia. Esqueçamos, portanto, a forma como ele foi utilizado na TNA, não é isso que esperamos de Mick Foley aqui...na WWE, esperamos mais momentos e embates marcantes como aqueles que o opuseram a Triple H, a Edge ou a Randy Orton...pois pela brutalidade, espectacularidade, coerência e credibilidade destas contendas, a verdade é que ajudou sempre os seus adversários a crescer, a tornarem-se mais credíveis e, sobretudo, a consolida-los como grandes main eventers da companhia. E é nisto que Mick Foley é bom, ele tem a capacidade de oferecer pontualmente rivalidades e combates geniais pela sua entrega física e emocional, pela sua diferença (não há ninguém melhor a oferecer hardcore matches) e pelo modo como obriga os adversários a deixar tudo o que têm no ringue.

Deste modo, olho para o seu possível regresso com bastante agrado, pois face à carência que o plantel da WWE apresenta, actualmente, de lendas e wrestlers mais consagrados, a verdade é que a experiência e sabedoria que o Mick Foley poderia emprestar aos novos talentos seria importantíssima. Por outro lado, olhando para o main event da empresa de Vince McMahon, compreendemos que existem alguns nomes a necessitar de uma prova de fogo, de um momento especial ou de um combate genial que os catapulte para a fama e os consolide definitivamente no topo da companhia. Nomes como The Miz ou Alberto Del Rio são os primeiros que me vêm à cabeça e a verdade é que acredito que o Mick poderia fazer muito por ambos, ou pelo menos por um deles. Sabemos que a regressar, Foley o faria como face...e como face que é, teria obrigatoriamente de enfrentar um dos heels com maior prestígio na companhia. Portanto, uma rivalidade nos moldes daquela que o opôs, no passado, a Triple H, a Edge e a Randy Orton, seria o que se pedia que pudesse vir a desenvolver com o Miz ou com o Del Rio. E eu sei que ele faria um óptimo trabalho. Nós agradecíamos que a WWE pensasse nisto, pois o espectáculo seria garantido para os fãs, e o estabelecimento em definitivo de um dos mais proeminentes dos seus main eventers estaria assegurado.


Por último, falemos de Chris Jericho, sem dúvida uma das maiores estrelas da WWE e um dos wrestlers mais talentosos, com maior técnica e grande capacidade atlética que por lá passou. O Lionheart, como fora outrora conhecido, não deixou a companhia e a modalidade à muito tempo, mas fê-lo na mesma altura em que um elevado número de grande nomes decidiram "reformar-se". A sua falta foi e é, portanto, bastante sentida, pois, para além de ser alguém que sempre gozou de grande prestigio, notoriedade e popularidade junto dos fãs, a verdade é que quando abandonou, a companhia perdeu um dos seus melhores valores. Criativo e original como poucos e capaz de proporcionar combates de enorme qualidade, assim como momentos, segmentos e promos incrivelmente geniais a utilidade de Jericho sempre foi de uma importância indiscutível, e essa preponderância sente-se mais agora, porque é necessário passar experiências, capacidades e valores às gerações mais novas e falta à WWE gente que o consiga fazer com a necessária qualidade (o Triple H e o Undertaker não chegam para tudo).

Assim, e sabendo que Chris Jericho desempenha os papéis de face e heel de um modo fantástico (embora goste mais de o ver no segundo), também não será difícil encontrar no main event ou no upper card da WWE, wrestlers que necessitem de um empurrão do Y2J para se estabelecerem definitivamente no topo do card da companhia. Deste modo, se decidissem fazê-lo regressar como face, à partida teríamos nomes como Alberto Del Rio e The Miz (à semelhança do que acontece com Mick Foley), ou até mesmo Wade Barrett (lutador do qual foi mentor no programa NXT), e porque não Cody Rhodes ou Dolph Ziggler?! Se, por outro lado, a escolhe recaísse em trazê-lo, de novo, como heel, a lista de adversários poderiam conter nomes como Sheamus, Daniel Bryan ou o próprio Mason Ryan que agora tem vindo a receber um push valente. Comum às duas situações, é o facto de todos serem wrestlers jovens e a necessitar daquela última ajuda que só um lutador com a qualidade, espectacularidade e experiência de Chris Jericho lhes pode dar, para atingirem o patamar mais alto da companhia. Para além disso, acredito que o regresso de Jericho, tal como o de Mick Foley, iria trazer bastante mais qualidade ao produto WWE e, certamente, reflectir-se positivamente nos ratings e vendas de PPVs.


E vocês, o que acham da preponderância que os possíveis regressos de Mick Foley e Chris Jericho poderão vir a ter na WWE e no desenvolvimento dos seus jovens talentos?!


Bem, foi mais um "Dias is That Damn Good" que espero tenham gostado e comentem!
Um Abraço, Dias Ferreira!

sábado, 8 de outubro de 2011

Dias is That Damn Good #169 - "O Regresso dos Históricos I"

Boas Pessoal!


Sejam bem vindos a mais um "Dias is That Damn Good", um dos espaços com maior história na nossa CWO ;)

Como sabem, estamos numa altura onde muito se especula sobre o regresso de alguns notáveis da modalidade à WWE. A presença de The Rock na Wrestlemania num combate com John Cena já é certa, e a esta notícia, juntam-se muitas outras que nos dão conta dos possíveis regressos de "Stone Cold" Steve Austin, Mick Foley e Chris Jericho. É certo que a acontecer, estes regressos verificar-se-ão apenas para rivalidades e matches pontuais, no entanto, pela importância que este fenómeno poderá vir a ter na crescente qualidade da programação WWE e no "enriquecimento" das capacidades e experiências dos seus jovens wrestlers, não poderia deixar de o abordar num dos meus artigos.

Por isso, não percam as próximas linhas, com a primeira parte desta temática...


Comecemos pela rivalidade entre John Cena e The Rock. É certo que neste ponto nem tudo foi trabalhado da melhor forma, sobretudo porque agendar um combate entre ambos com um ano de antecedência para a Wrestlemania retira muita da surpresa e impacto que este anúncio poderia ter se fosse feito com maior proximidade à data da realização deste mega evento...isto, já para não falar no facto de, mais uma vez, a WWE não marcar embates tendo por base o desenvolvimento de storylines, mas sim o desenhar de rivalidades consoante a marcação de combates, algo que na minha opinião não respeita os fundamentos mais básicos da modalidade. Porém, colocando este pormenor de lado, todos percebemos que iremos estar perante algo que poderá vir a ser grandioso a todos os níveis. The Rock, a par de Steve Austin, foi uma das maiores estrelas da história da empresa de Vince McMahon e a sua popularidade ainda hoje é estrondosa, tendo, inclusive, a companhia encontrado algumas dificuldades para o substituir...até que apareceu John Cena, um puro babyface que se encarregou de alienar as plateias, as vendas de mershandising e se tornou no grande drawer da WWE. Ora, se a carreira e características de ambos em muito os difere, a verdade é que se toca neste ponto...os dois marcaram as suas épocas como grandes caras da companhia e, sobretudo, como top babyfaces.

Contudo, a situação de John Cena na actualidade já não é tão vantajosa como noutros tempos...a sua imagem está algo desgastada, a sua personagem completamente estagnada e o facto de já ter vencido todos os possíveis adversários ainda acentua mais as dificuldades em mantê-lo na posição que vem ocupando desde à vários anos, e convenhamos que tem sido bastante complicado para a WWE manter o público ao lado do Cena, algo que é extremamente perigoso quando ainda o tentam vender como top babyface da empresa. Deste modo, o reaparecimento de The Rock para uma rivalidade, pontual, com o Cena poderá ser importantíssima para alterar o rumo dos acontecimentos. O "People's Champ" regressará sempre como face e não dará qualquer hipótese quanto à "manipulação" dos públicos e plateias e esse facto poderá permitir que o tão aguardado heel turn de John Cena se verifique com contornos especiais, tais como aqueles que se conjugaram para o heel turn de Hulk Hogan aquando da criação dos nWo. E se a este possível acontecimento, juntarmos, ainda, os ganhos com crescimento de ratings, em vendas de PPVs, mershandising e todo o entusiasmo gerado em redor da rivalidade e combate entre ambos, compreendemos facilmente a importância que o regresso deste histórico poderá vir a ter.


E se o regresso de The Rock para um combate e rivalidade com John Cena terá um enorme impacto na modalidade, o que dizer de uma possível contenda que trouxesse Steve Austin de volta aos ringues?! Pois é, muito se tem especulado acerca de um possível combate entre o Stone Cold e o CM Punk e a verdade é que ambos (á semelhança do que The Rock e John Cena fizeram durante alguns anos) têm vindo a alimentar este "sonho" através de declarações na internet e noutros meios de comunicação social. CM Punk é actualmente o wrestler com melhor cotação na WWE, é ele que monopoliza o apoio dos fãs e plateias, e também já é ele aquele que consegue atingir as vendas mais altas e notáveis de mershandising na empresa. Contudo, e apesar de já estar bem estabelecido no main event, a verdade é que CM Punk nunca teve oportunidade de enfrentar os grandes nomes da modalidade (excepção feita a Undertaker e mais recentemente a Triple H) e isso sempre afectou um pouco a sua credibilidade face a adversários como John Cena ou Randy Orton, por exemplo, que tiveram a possibilidade de o fazer.

Por isso, acredito que uma rivalidade que o opusesse a Steve Austin seria algo único e espectacular na sua carreira...a Straight-Edge Superstar, com esta storyline e combate épicos poderia capitalizar toda a onda de apoio e "adoração" que sobre ele mergulhou e "disparar" para níveis ainda mais altos de popularidade, espectacularidade, qualidade, experiência e credibilidade. Por outro lado, o regresso de Austin (agora para combater realmente) seria um outro marco histórico da modalidade que, certamente, ajudaria a fazer crescer os ratings, as vendas de mershadising e PPVs e, sobretudo, a qualidade do produto WWE. E se a WWE trabalhasse de forma séria esta possibilidade já para a Wrestlemania que se aproxima, melhor seria...imaginem um card que tivesse, de novo, os nomes de Austin e The Rock no mesmo evento e para defrontar as duas maiores estrelas da companhia na actualidade...seria algo épico.


E vocês, o que acham da importância do regresso de The Rock aos ringues e da possível rivalidade entre Steve Austin e CM Punk?!


Bem, foi mais um "Dias is That Damn Good" que espero tenham gostado e comentem!
Um Abraço, Dias Ferreira!


PS: Não percam a 2ª parte desta temática já amanhã ;)

domingo, 2 de outubro de 2011

Wrestling Divas #2 - Maryse


sábado, 1 de outubro de 2011

Dias is That Damn Good #168 - "Ser Original, Ser Diferente!"

Boas Pessoal!


Sejam bem vindos a mais um "Dias is That Damn Good", um dos espaços com mais história na nossa CWO ;)

Ao longo da passada semana, levantou-se alguma polémica em torno das declarações de Chris Jericho, onde o mesmo acusava alguns wrestlers de não serem originais e de copiarem aspectos da sua entrance, das suas promos e, inclusive, do seu mov set. Já anteriormente, numa entrevista concedida a um canal de televisão que agora não consigo precisar, Paul Levesque (Triple H) dizia que a WWE tentava fazer o máximo pelos seus jovens talentos e que lhes proporcionava tudo quanto necessitavam para brilhar, no entanto, advertia para aspectos em que tinham de ser os próprios wrestlers a trabalhar e nos quais a companhia não podia interferir. Assim, e pegando neste dois casos onde lutadores consagrados criticam a postura das novas gerações, procurando aconselha-las quanto á forma como devem estar na modalidade, chegamos a um excelente tema..."Ser Original, Ser Diferente".

É, portanto, sobre a falta de originalidade e empenho, dos jovens talentos, em constituirem-se como algo de novo e diferente que vou centrar o presente artigo. Não percam, por isso, as próximas linhas...


A espectacularidade do Pro Wrestling deve muito aos fãs dos anos 80 e 90, mas também, e sobretudo, à transformação que a WWE (antiga WWF) de Vince McMahon lhe imprimiu. A criação de eventos gigantescos e com uma enorme campanha publicitária por trás, juntamente com a introdução de gimmicks e personagens saídas de cartoons ou livros de banda desenhada (como aconteceu durante a WWF Golden Era), ou ainda o lançamento de um produto direccionado para os jovens adolescentes cheio de ligações a temáticas e conteúdos bastante polémicos (como aconteceu na WWF Attitude Era) ajudaram a que assim fosse, tornando o Pro Wrestling numa máquina/indústria de dimensão universal. No entanto, não era apenas a companhia e seus responsáveis que trabalhavam no sentido de proporcionar o maior e melhor dos espectáculos...eram os próprios wrestlers que procuravam distinguir-se uns dos outros pelas suas qualidades, pela sua forma de estar, pelo modo como viviam a modalidade, por aquilo que lhe acrescentavam de novo, pela originalidade das suas personagens, das entrances, move sets, finishers e catch phrases, etc.

Se olharmos para trás no tempo, conseguimos encontrar gimmicks tão impressionantes e espectaculares como a de Ric Flair, que sendo uma extensão da sua verdadeira personalidade, adquiriu uma extrema e credível importância ao longo dos anos 80 e 90. Ou podemos, também, olhar para um outro sem número de gimmicks extremamente originais, bem sucedidas e com grande potencial, bem patentes em wrestlers como Roddy Piper, Sting, Hulk Hogan, Randy Savage, Shawn Michaels, Steve Austin, Bret Hart, The Rock, Triple H ou Undertaker, entre muitos outros. Podemos, ainda, dar o exemplo de wrestlers bastante populares e bem posicionados no card das empresas a que pertenciam, que decidiram alterar completamente as suas gimmicks e começar quase do zero...como aconteceu com Triple H que deixou de ser um jovem rebelde (na altura mais popular que o The Rock) para se transformar no super-heel "The Game", ou ainda recuperar o caso de Sting, que abandonou os vários anos de personagem vivida na NWA e WCW, para adoptar uma gimmick baseada no filme "O Corvo". Por outro lado, havia também uma enorme preocupação em criar move sets diferentes e trademarks que identificassem os diversos wrestlers...os finishers dessas mesmas épocas falam por si...o Pedigree de Triple H, o Stunner de Steve Austin, o People's Elbow de The Rock, o Sharpshooter de Bret Hart, o Super Kick de Shawn Michaels, entre outros, mostravam a importância dada à originalidade e credibilidade desta componente da modalidade. Por último, podemos ainda falar num aspecto que foi importantíssimo na construção de algumas carreiras e que ajudou, de forma indubitável, a elevar wrestlers ao topo...as músicas e entrances. Serão, certamente, muito poucos aqueles que não consideram a música e entrance de Triple H algo extraordinário...ou a entrance de Undertaker, a música de Shawn Michaels, a entrance de Ultima Warrior, ou a entrance e música de Hulk Hogan durante os anos 80 na WWF...que importância não teve a música e entrance de John Cena no lançamento da sua carreira?!

Foi o respeito pela modalidade e por si próprios que contribuiu para que estes wrestlers quisessem ser diferentes, originais e capazes de se tornar numa parte ainda mais preponderante na espectacularidade do Pro Wrestling.


Não acredito que actualmente seja mais difícil ou complicado ser original e diferente, mas o que é certo, é que quase todos os wrestlers nos parecem iguais. É raro encontrar um lutador das novas gerações que possua uma gimmick bem vincada e com traços característicos que o distingam de outro qualquer wrestler. É-nos bastante difícil reconhecer as variações dos mov sets de wrestler para wrestler e mais complicado ainda, é denotar as diferenças entre combates, uma vez que parecem ter todos um "script" que vai sendo repetido pelos lutadores que se defrontam. Hoje, raramente conseguimos encontrar novas catch phrases e fazer a ligação ao seu autor, muito dificilmente encontramos um novo finisher que nos consiga impressionar...e no que respeita às entrances, facilmente verificamos que são todas iguais. E com isto tudo, tenho de concordar com as críticas do Jericho e do Triple H...os wrestlers têm de se esforçar para serem diferentes e originais, há coisas que têm de ser feitas por eles mesmos e pelas quais não podem esperar que seja a WWE a resolver tudo. Mais, eu acrescentaria que os novos talentos deveriam ser obrigados a estudar e a conhecer a história da modalidade, até porque (deixando de lado as qualidades intrínsecas de cada um), a verdade é que será sempre melhor wrestler aquele que conhece a modalidade e que gosta dela, do que aquele que apenas vê nela uma forma de ganhar notoriedade e maiores rendimentos.

O conformismo e o deixa andar não são formas de estar na vida, pelo menos na minha opinião, muito menos formas de estar no Pro Wrestling, por isso, a minha solução nunca passaria pela manutenção do actual estado de coisas. Acredito que tem de ser a própria WWE (e as outras promotoras em relação aos seus workers) a fazer pressão juntos das gerações vindouras para que estes puxem pela cabeça, para que reflictam, para que compreendam a modalidade, os fãs e as plateias e para que se consigam perceber a si próprios, no sentido de descobrirem as personagens/gimmicks que melhor os podem servir. É preciso que sejam criativos e se sirvam de algo que ainda não foi visto, é necessário que se baseiem em "fontes" diferentes para também poderem construir algo novo e diferente...é indispensável que na fase de aprendizagem e desenvolvimento, tenham sempre a originalidade como uma meta fundamental da progressão. E não me digam que é mais fácil falar do que fazer...se as pessoas são todas diferentes, porque razão os wrestlers terão de ser tão semelhantes?!


E vocês, o que têm a dizer sobre a falta de Originalidade e Diferenciação entre os wreslter?!


Bem, foi mais um "Dias is That Damn Good" que espero tenham gostado e comentem!
Um Abraço, Dias Ferreira!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Wrestling Divas #1 - Kelly Kelly

Boas Pessoal!

O espaço que agora vos apresento, "Wrestling Divas", será uma nova rubrica do nosso blog que se baseará na publicação das fotos de algumas lutadores da nossa modalidade e onde iremos fazer uma homenagem à sua beleza ;)

Fiquem, então, com a primeira Diva, Kelly Kelly...

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