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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Dias is That Damn Good #176 - "A Problemática dos Draws"

Boas Pessoal!



Sejam bem vindos a mais um "Dias is That Damn Good" ;)

É verdade, depois de vários meses de ausência, cá me encontro para vos trazer mais uma edição da minha coluna no Wrestling Notícias.....

Dias is That Damn Good #175 - "Um Olhar Sobre a Actualidade na WWE"

Boas Pessoal!

Sejam bem vindos a mais um "Dias is That Damn Good", uma das colunas com mais história na nossa CWO ;)

É verdade, depois de quase um ano sem vos escrever, cá me encontro de volta com mais um dos meus artigos. Este regresso, certamente, não será a tempo inteiro, mas uma vez que a minha disponibilidade, no momento, é maior, procurarei estar "presente" com mais regularidade....

Dias is That Damn Good #174 - "O Pós-Wrestlemania"

Boas Pessoal!


Sejam bem vindos a mais um "Dias is That Damn Good", um dos espaços com mais história na nossa CWO ;)

É verdade, depois de vários meses sem ter oportunidade de vos escrever e de acompanhar devidamente a modalidade, cá vos encontro com uma nova edição do meu espaço.

No artigo que agora estão a ler, irei centrar as minhas preocupações no período da WWE que se seguirá à Wrestlemania, especialmente no que se refere à gestão dos seus talentos e da possível perda de star power que irá afectar a companhia nesse mesmo período......

sábado, 19 de novembro de 2011

Dias is That Damn Good #173 - "A Primeira Machadada numa Mega Storyline"

Boas Pessoal!


Sejam bem vindos a mais um "Dias is That Damn Good", um dos espaços com maior história na nossa CWO ;)

Esta semana decidi escolher como tema central da minha coluna aquilo que considero ser "a primeira machadada" numa das storylines com maior potencial nos últimos anos. Se ainda não perceberam, estou a referir-me ao angle que se iniciou com o abandono do CM Punk e consequente despedimento de Vince McMahon e que terminou, na minha opinião, no momento em que o Kevin Nash atacou o Triple H.

O que tenho para vos dizer não é bom, no entanto, não percam as próximas linhas para ficarem a conhecer tudo o que penso sobre este episódio...


Tudo começou com uma famosa promo sem script de CM Punk quando lhe deram um microfone num RAW ao vivo e este anunciou a sua intenção de abandonar a WWE e de levar o seu título de maior prestígio consigo. Pelo meio, o "Chicago Made" não deixou de fazer várias acusações à administração da companhia e de expor aquilo que ele considerava serem os seus maiores problemas e defeitos. Posteriormente, assim aconteceu...o CM Punk derrotou o John Cena e reteve o título da WWE, abandonando. Vince McMahon completamente louco com o sucedido preparava-se, então, para demitir John Cena (que na sua opinião seria o grande responsável por toda aquela situação, uma vez que conhecia as consequências que a sua derrota perante CM Punk iriam implicar na empresa), quando o núcleo duro da WWE reuniu e decidiu que Vince McMahon já não detinha as condições necessárias para continuar a gerir o dia-à-dia da companhia, e esse anúncio foi feito por Triple H (seu genro), que a partir desse momento o iria substituir. E neste ponto, as bases ficaram lançadas para que o Triple H, finalmente, fizesse o seu heel turn de uma forma coerente e progressiva (pois embora se tivesse mostrado triste e emocionado por ter de despedir o seu "father in law", a verdade é que não deixou de fazer um enorme sorriso no final desse segmento).

Seguidamente e já no exercer das suas funções enquanto CEO da WWE, Triple H procura passar uma imagem isenta e correcta de si mesmo, tomando decisões justas no decorrer dos programas da companhia e conseguindo fazer com que CM Punk regressasse com o seu título. Toda esta situação se desenrola e chega ao ponto em que o John Cena enfrenta de novo o CM Punk pelo título da WWE...só que no final desse mesmo combate (do qual CM Punk saiu vencedor) Kevin Nash faz o seu regresso à empresa e ataca o campeão, permitindo que Alberto Del Rio faça o cash-in da sua vitória no "MITB Match" e, desta forma, perante um CM Punk completamente destruído consiga levar a melhor e tornar-se no novo campeão da companhia. No RAW seguinte, CM Punk completamente revoltado acusa Triple H de ter planeado tudo e de, agora que se tinha instalado no poder, estar a trazer os seus velhos amigos do "Kliq" de volta. Nisto, Triple H desmente CM Punk e procura saber junto de Kevin Nash o que o levou a tomar aquelas acções, ao que este responde ter recebido uma mensagem do telemóvel de Triple H a pedir que o fizesse. Mais tarde, e enquanto as acusações entre CM Punk e Triple H subiam de tom, descobriu-se que tinha sido Kevin Nash a engendrar todo aquele esquema e enganar o seu próprio amigo, ao que Triple H respondeu com a sua demissão e um violento murro. E neste ponto, quando nos aproximava-mos do grande embate entre CM Punk e Triple H, tornava-se óbvio que iria haver uma interferência de Kevin Nash neste mesmo combate, ao passo que o "King of Kings" continuava a transmitir uma imagem completamente isenta.


Chegados ao combate, estavam reunidas todas as condições necessárias para que o Triple H finalmente fizesse o seu heel turn. Pensem comigo...ele demitiu o Vince McMahon e apesar das emoções, no final desse segmento, esboçou um enorme sorriso; depois o Kevin Nash regressa e ataca o CM Punk, wrestler com quem o "The Game" nunca simpatizou; e posteriormente despede o seu amigo em vésperas do combate que iria ter com o CM Punk por descobrir que este o enganou (situação que poderia ser apenas "teatro" para convencer os espectadores e o próprio Punk da sua inocência). Portanto, o Triple H chegava a este combate, aos olhos de todos, como alguém completamente inocente e isento de qualquer culpas nas acções de Kevin Nash. E este foi um build up fantástico para o heel turn do "Cerebral Assassin" uma vez que tudo foi programado de uma forma coerente, gradual e bastante sólida. Assim, aquilo que todos esperavam, era que aquando da interferência de Kevin Nash no combate entre o Triple H e o CM Punk, o "Big Daddy Cool" fingisse que iria atacar o seu antigo amigo (por este o ter despedido), mas rapidamente se voltasse para CM Punk e o atacasse, agora com a ajuda de Triple H que fazia o seu heel turn. A storyline depois podia desenvolver-se para um embate entre duas grandes facções que procuravam controlar a WWE: a primeira liderada por Triple H, com os seus amigos do "Kliq" (Kevin Nash, Shawn Michaels e Sean Waltman...infelizmente não podemos contar com o Scott Hall) que regressavam para o ajudar e voltar a dominar a WWE, e com os heels mais promissores da companhia; e uma segunda liderada por Vince McMahon (que tinha feito o seu face turn no momento em que foi despedido), com CM Punk, John Cena, Randy Orton e os restantes babyfaces, que procurava recuperar o controlo da empresa.

Como referi, isto seria tudo aquilo que fazia sentido, no entanto, a WWE não pensou assim e perdeu a oportunidade de aprofundar com brilhantismo toda esta storyline. A verdade é que quando Kevin Nash intervém no combate e ataca ambos os adversários, deita por terra todas as possibilidades de Triple H fazer o seu heel turn, e deixa de haver razões para que CM Punk e Triple H continuem a enfrentar-se...ora se toda a história estava construída em redor destes dois, que sentido fez a decisão da WWE?! Por outro lado, a companhia de Vince McMahon não perdeu apenas a oportunidade de tornar esta storyline em algo realmente especial, perdeu também e sobretudo, no momento em que não deu ao HHH o seu heel turn, a possibilidade de contar com o melhor heel da história da modalidade na altura em que a sua "nova galinha dos ovos de ouro" (leia-se, novo grande babyface) se estava a consolidar no topo...e todos sabemos que o CM Punk enquanto babyface iria ganhar todo um novo estatuto, credibilidade, mediatismo e apoio se enfrentasse o "heel dos heels", Triple H.

Contudo, a storyline não terminou aqui, mas voltou a levar numa "segunda machadada" (que considero ter sido a final) e que, em breve, abordarei neste espaço!


E vocês, o que pensam do facto da WWE não ter atribuído o heel turn ao Triple H e da forma como tratou desta storyline, naquele preciso momento?!



Bem, foi mais um "Dias is That Damn Good" que espero tenham gostado e comentem!
Um Abraço, Dias Ferreira!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Wrestling Divas #6 - The Bella Twins

sábado, 29 de outubro de 2011

Dias is That Damn Good #172 - "A Falta de Babyfaces na WWE"

Boas Pessoal!


Sejam bem vindos a mais um "Dias is That Damn Good", um dos espaços com maior história na nossa CWO ;)

A existência de personagens babyface ou heel numa promotora de Pro Wrestling é fulcral quer no desenvolvimento de storylines, rivalidades e combates, quer no próprio envolvimento dos fãs e plateias com a modalidade. Contudo, por se tratar de um dado adquirido a presença destas mesmas personagens nos diversos rosters das companhias, muitas vezes as análises e atenções dos "críticos" não se centram nesta temática.

No entanto, por achar que este assunto é tremendamente importante e se está a transformar num problema/desafio muito exigente nos dias que correm, especialmente no que à formação de babyfaces na WWE diz respeito, decidi propor-me a aborda-lo no artigo que agora vos apresento.

Não percam, portanto, as próximas linhas...


Como é do conhecimento geral, a WWE é uma promotora que sempre estruturou e orientou as suas storylines/rivalidades e, inclusive, merchandising numa lógica em que as personagens babyface assumiam um duplo papel de importância fundamental ao transformarem-se nas grandes "caras" da empresa e, ao mesmo tempo, nos seus maiores promotores. A história ajuda-nos a acreditar nesta ideia, se formos buscar os nomes de Hulk Hogan, Bret Hart, Shawn Michaels, Steve Austin, The Rock e John Cena como exemplos e argumentos para a fundamentar. Deste modo, compreendemos que independentemente dos lutadores fazerem o seu debut com um personagem heel ou virem a desempenhar um outro personagem com estas mesmas características numa fase posterior das suas carreiras, o objectivo continuará a passar sempre por formar um grande babyface, o próximo grande babyface que possa substituir aquele que na altura desempenha o tal duplo papel de ser a "cara" da WWE e o seu maior promotor/embaixador.

Contudo, a tarefa de "criar" um grande babyface não é nada fácil, uma vez que obriga a WWE a responder perante uma enorme diversidade de problemas e desafios. Em primeiro lugar, na escolha do wrestler que será a grande "cara" da empresa é necessário ter em conta a confiança que a WWE tem na sua lealdade e profissionalismo (os casos Brock Lesnar e Bobby Lashley apanharam a empresa de surpresa e, por isso, deixaram-a bastante alerta e exigente no que a esta matéria diz respeito). Em segundo lugar, é necessário perceber que o aparecimento de lutadores com as características necessárias para se transformarem na grande estrela da companhia de Vince McMahon é extremamente raro e encontrá-lo é um outro desafio ainda mais rigoroso. O wrestler escolhido tem de apresentar níveis bastante elevados de carisma; tem de possuir umas mic skills muito acima da média; é imperioso que consiga controlar os fãs e plateias de forma a que eles se tornem seus seguidores e apoiantes incondicionais; tem de se tornar num verdadeiro "drawer", vendendo percentagens altíssimas de merchandising e conseguindo encher as arenas e pavilhões apenas com a sua presença nos mesmos; necessita adoptar um personagem completamente diferente das restantes e, com a mesma, fascinar os fãs e seguidores da modalidade (ou, pelo menos, uma grande percentagem dos mesmos); e está obrigado, por outro lado, a ser um atleta razoavelmente credível e forte, para que consiga resistir à enorme pressão de que é alvo e proporcionar, dentro dos ringues, espectáculos dignos de se tornarem cabeças de cartaz dos eventos, shows e PPVs da WWE.


O último grande caso de sucesso que a empresa de Stamford conseguiu atingir, ao nível do lançamento de um grande babyface, foi John Cena. E o facto do seu debut ter acontecido em 2002 (há quase 10 anos) é mais um bom exemplo de como tem sido bastante difícil para Vince McMahon descobrir uma nova "galinha dos ovos de ouro". De facto, o problema começa logo nos territórios de desenvolvimento (onde pouco se trabalha a criatividade e originalidade dos jovens talentos) e no posterior debut das WWE Superstars. Como sabemos, para um wrestler jovem e acabado de se estrear, é muito mais fácil conseguir gerar sentimentos e reacções no público se interpretar um personagem heel e essa constatação parece ter tornado a WWE sua refém, tendo a empresa adoptado o comportamento padrão de lançar todos os seus jovens como heels. Foi assim com o The Miz, com o Sheamus, com o Swagger, com o Dolph Ziggler, com o Alberto Del Rio, com o Drew McIntyre e com o Wade Barrett (as grandes excepções são Daniel Bryan, Zack Ryder e Mason Ryan). Porém, e apesar de ser muito melhor lançar as personagens heel e babyface de uma forma mais equilibrada, esta situação poderia não se transformar num enorme problema se numa fase posterior, em que os lutadores fizessem o face turn, existisse um top heel com capacidade para os tornar em babyfaces ainda maiores (a exemplo do que aconteceu com John Cena, que teve wrestlers top heel como JBL, Chris Jericho, Kurt Angle, Edge e Triple H a trabalhar consigo).

Por outro lado, o facto de lançar os jovens como heels obriga a que a empresa aumente o seu número de babyfaces, e como não há babyfaces "puros" suficientes na companhia, esta vê-se obrigada a recorrer aos wrestlers com maior prestígio e história para fazer face às suas necessidades. Só que ao seguir este caminho a WWE enfrenta outra questão difícil de solucionar, pois quando torna tipos como Triple H e Randy Orton em top babyfaces, acaba por perder os top heels da companhia e não consegue ganhar babyfaces ao nível de John Cena, The Rock, Steve Austin, etc. Porque o "RKO" e o "King of Kings" são heels puros e serão sempre melhores a desempenhar personagens com estas características do que agindo como os "bons da fita". Para perceberem um pouco melhor o que estou a dizer, pensem no exemplo de CM Punk, um top babyface que está a crescer de forma extraordinária a todos os níveis e que tem, agora, a possibilidade de substituir John Cena como cara da empresa (uma vez que o "Marine" após tantos anos no topo como estrela principal da WWE tem a sua imagem tremendamente desgastada)...só que ao invés de ter para defrontar o melhor heel de sempre (na minha opinião) Triple H ou Randy Orton (outro heel fantástico), vê-se obrigado a enfrentar Alberto Del Rio (que ainda está a consolidar a sua posição enquanto main eventer). E o problema está precisamente neste ponto, a WWE não está a conseguir "criar" novos babyfaces para se tornarem na grande "cara" da empresa, porque vê-se obrigada a utilizar os seus melhores heels (aqueles que são capazes de elevar os jovens babyfaces para patamares superiores) como babyfaces para sustentar os jovens que estão quase todos a ser lançados como heels. Como referi, a resolução deste problema é o grande desafio ao qual, nesta temática, a WWE terá de dar resposta.

Pessoalmente, acredito que utilizar os wrestlers com as personagens que lhes proporcionem as melhores performances e nivelar os debuts de heels com os lançamentos de babyfaces será uma grande ajuda para encontrar uma solução.

E vocês, o que pensam das dificuldades que a WWE tem encontrado na formação de babyfaces?!




Bem, foi mais um "Dias is That Damn Good" que espero tenham gostado e comentem!
Um Abraço, Dias Ferreira!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Wrestling Divas #5 - Christy Hemme

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