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sábado, 23 de agosto de 2014

Booker de Sofá #3 - O e-wrestling


Olá, sejam bem vindos à terceira edição do Booker de Sofá. Desta vez, venho trazer um tema que pode ser familiar para muitos de vocês, mas que ainda assim poderá ser estranho para outros. Vou falar-vos de algo que actualmente se encontra em extinção, isto devido ao facto de o wrestling já não ser tanto popular como o era há uns anos atrás. Sim, tinha prometido tentar trazer-vos algo diferente e como o prometido é devido, vou falar-vos de e-wrestling.

Então mas o que é o e-wrestling?

Muito resumidamente, o e-wrestling é um jogo virtual de RPG no qual cada user cria um wrestler fictício. Desde o momento em que a personagem é criada, o jogador deve criar promos/ roleplays nas quais pode desenvolver storylines nas quais o wrestler está envolvido ou simplesmente insultar o próximo adversário. Geralmente as promos são realizadas de um modo totalmente escrito, mas se o user quiser poderá também usar vídeos ou outro tipo de material. Tendo em conta a qualidade das promos e das storylines em questão, a equipa de booking ( também constituída por users) irá decidir quem irá vencer, quem se sagrará campeão e que segmentos usar em cada show.


Mas existe e-wrestling em Portugal?

Existe, sim e vou começar por vos apresentar o mais recente dono da única companhia de wrestling fictícia em Portugal, a Vanguarda da Luta Livre. Estão a ver o senhor da imagem? É verdade que muitos de vós poderão conhece-lo como Kevin O'Leary, mas a verdade é que este é Carlos Salazar. Este é um jornalista e analista de Wrestling, filho de famílias com capitais na bolsa Portuguesa e estrangeira. Desde que Salazar adquiriu a Vanguarda da Luta Livre, que foi anunciada uma mudança na mentalidade da Vanguarda, uma vez que o actual proprietário procura apresentar um produto mais arrojado e agressivo. Foi também marcada uma Battle Royal, com o objectivo de determinar o primeiro campeão de pesos-pesados da VLL, um titulo que substitui o antigo titulo Supremo que estava vago desde que Michel-Baptiste Bangalter renunciou o titulo após a descoberta de uma grave lesão.

Actualmente os principais lutadores da VLL são os seguintes:

- Cavaleiro, um homem amargurado com a vida com uma filosofia de decadência moral. Esta personagem foi criado por Alm( criador da VLL e o também o autor de  Michel-Baptiste Bangalter ).

-Ryan Angel, um jovem wrestler norte-americano que foi considerado um dos maiores simbolos do circuito independente. No Ground Zero, ao vencer a Battle Royal marcada por Carlos Salazar sangrou-se  o primeiro campeão de pesos-pesados da VLL. Apesar de todo o seu talento, Angel é uma pessoa bastante modesta. Esta personagem é fruto da imaginação de Klash.

-Yuri Petrov, este Tanque Russo têm como objectivo tornar-se uma lenda do wrestling. Nos últimos tempos têm andado perto de conquistar o titulo máximo da VLL, mas até agora nunca conseguiu. Esta é dos lutadores mais antigos da VLL, sendo criado por Pedro_Carmo.

Diogo Lourenço, um jovem agressivo e maníaco que não têm qualquer problema em exprimir aquilo que sente, e que acima de tudo procura ser diferente da maioria do plantel da Vanguarda. É interpretado por CChris.

Quais os maiores problemas do e-wrestling?

À primeira vista, a  maior dificuldades desta vontade de manter o e-wrestling vivo em Portugal é o facto de não haver um grande comunidade interessada em wrestling. Embora este jogo possa ser jogado também por pessoas que não gostem de wrestling, mas também por pessoas que queiram simplesmente melhorar a sua escrita, a verdade é devido ao facto de o wrestling já não ser popular isso leva a que haja um menor número de pessoas empenhadas em participar no e-wrestling

Contudo este não é a maior problema. Como se não bastasse o baixo número de jogadores activos, existem outras dificuldades associadas. Infelizmente, ainda existem indivíduos  que se esquecem que a Internet é também um local onde a educação deve ser preservada e que a infantilidade e as birras devem ser evitadas. Estas atitudes levam a um mau ambiente dentro da e-fed e até ao afastamento de users, que são incapazes de dialogar e chegar a um consenso e preferem simplesmente desistir.

Existe ainda um outro problema, embora este seja menos grave e não compromete a existência do e-wrestling em Portugal. A maior parte dos users mais velhos, embora sejam mais experientes e estejam mais consolidados, não têm vontade de participar ou simplesmente não têm disponibilidade para jogar. Consequentemente, os jogadores mais novos terão uma evolução mais lenta e dificilmente serão vistos como adversários com um nível semelhante de antigas figuras do e-wrestling.

Soluções Hipotéticas

Acima de tudo, é importante que os jogadores não desistam e se mantenham interessados independentemente de todo o tipo de situações que possam acontecer. Acharam que não mereciam ter perdido no show? Acham que deviam ser campeões? Invés de amuar ou desistir, o melhor é usar essas derrotas para dar um desenvolvimento interessante à personagem. Lembrem-se que se todos seguirem o caminho mais fácil, que é desistir ou amuar, o e-wrestling acaba em muito pouco tempo. Também é importante que os jogadores saibam evoluir, de modo a que o jogo se torne num desafio interessante.

Claro que é importante não desistir do recrutamento. Esta é a tarefa que considero ser mais difícil, pois como já foi dito o interesse no wrestling já não é tão comum. Ainda assim, é indispensável  não desistir e continuar a tentar. Segundo consta, o grande boom do wrestling em Portugal deveu-se a um grupo de pessoas que nunca abandonou a luta até que a Sic Radical começasse a emitir o produto da WWE.  A partir dai, houve um grande interesse do público infanto-juvenil e o que se sucedeu é história. É essencial, informar o resto da CWO acerca da existência do e-wrestling e da Vanguarda da Luta Livre. Ou então, tentar pelo menos convidar um amigo ou um familiar.

Indie DVDs | Beyond The Mat (1999)



Documentário Completo - AQUI

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

WS TV | WWE Friday Night SmackDown - 22 de Agosto de 2014 (VIDEOS)


O WWE Friday Night Smackdown desta semana tem como destaque a rivalidade entre Randy Orton e Roman Reigns.  Randy Orton enfrentará RVD e Reigns voltará a enfrentar The Miz. Seth Rollins combaterá Jack Swagger e Rusev defrontará Sin Cara. A completar o card do show estarão ainda o Natalya vs. Paige e o Rhodes vs Wyatt Family...



Parte 1 - http://www.firedrive.com/file/C55408BAD8008A8B
Parte 2 - http://www.firedrive.com/file/E35B82477FF7162A

Dias is That Damn Good #204 – "NXT Superstars in The Making"

Boas Pessoal!



Sejam bem vindos a mais um "Dias is That Damn Good", o espaço com mais história na nossa CWO ;)

No pro wrestling, aliás, como em qualquer outro género de desporto e entretenimento, as gerações passam e outras vão tomando o seu lugar, apresentando e cimentando novos nomes e personagens sobre aqueles que outrora se tornaram célebres. Neste sentido, a busca por novos talentos e valores é uma constante que acompanha a indústria desde a sua génese e a procura da nova grande estrela assume uma preocupação central no decorrer de todo este processo. Por consequência, a WWE criou o seu próprio sistema de desenvolvimento e aperfeiçoamento de jovens wrestlers, oferecendo-lhes condições ímpares através do seu WWE Performence Center e da participação no seu terceiro programa gravado ao vivo, a NXT Brand.

Ora, em consonância com o que escrevi atrás, aquilo que hoje me proponho abordar e apresentar-vos está relacionado com uma análise aos talentos que constituem o plantel da NXT Brand e que, a meu ver, possuem capacidades e qualidades suficientes para se estabelecer no roster principal da promotora, acrescentando-lhe uma maior diversidade de talentos e possibilidades no sentido de construir novas storylines e rivalidades.

Não percam, por isso, as próximas linhas...



Enzo Amore

A Enzo Amore não se lhe conhece qualquer background na modalidade anterior à sua adesão à WWE, sabe-se, no entanto, que praticou futebol americano no ensino secundário e que foi DJ dos New York Jets. De qualquer modo e apesar dessa falta de experiência e juventude (27 anos) se reflectir nas suas performences dentro do ringue, a verdade é que ele é, de longe, o meu talento preferido no plantel da NXT. Enzo Amore tem uma personalidade fora do comum e completamente diferente de qualquer outra que tenha participado desta indústria...o gimmick que interpreta muito terá, certamente, daquilo que é o seu feitio e maneira de ser e, por essa razão, desempenha-o de um modo genial. O seu carisma é qualquer coisa de extraordinário, a sua imagem tem potencial para "vender" à grande e as suas mic skills e maneira de falar são puro "gold". Pelo seu tamanho (1,80 m e 91 Kg), assim como por alguma falta de in-ring skills, não o olho como um potencial wrestler capaz de arrebatar o mundo ou de atingir o topo, no entanto, enquanto manager, acredito, que tem capacidade para garantir um lugar de destaque e desempenhar um papel importante junto de outros colegas de profissão que relevam algumas dificuldades na hora de fazer uma promo e/ou entrevista. Actualmente, na NXT Brand, acompanha e faz equipa com Colin Cassady mas, na verdade, é mais como manager que actua, penso eu, porque a WWE já viu nele as características e qualidades que aqui tenho estado a relevar. Não sei quanto tempo mais vai demorar o seu debut no roster principal da companhia, mas quero acreditar que não demorará muito, especialmente, porque é alguém que gosto verdadeiramente de ver e que me entretém "pr'a caraças".



Colin Cassady

Colin Cassady é outro jovem wrestler a quem reconheço um enorme potencial. Deu inicio à sua actividade no pro wrestling numa pequena promotora independente chefiada pelo seu primeiro treinador Johnny Rodz e, apesar da sua juventude, cedo foi contactado pela WWE no sentido de assinar um contrato de desenvolvimento. Na NXT Brand, como já referi anteriormente, tem participado conjuntamente de uma tag team com Enzo Amore e é, como todos podem verificar, o elemento da equipa que mais trabalho de ringue realiza e que melhores performences dentro do mesmo consegue proporcionar. Com uma agilidade e versatilidade incríveis para o seu tamanho e altura (2,08 m e 125 Kg), com uma imagem que vai perfeitamente de encontro às melhores expectativas e "fetiches" da quem administra a WWE, com umas mic skills bastante razoáveis, com um carisma perfeitamente natural e notório e, acima de tudo, com um in-ring work que promete bastante e revela um enorme potencial, o Colin Cassady é e será, certamente, uma das futuras caras da empresa e, muito provavelmente, um dos próximos nomes a ser chamado aos programas/shows principais da promotora. Como me parece óbvio, o seu posterior sucesso ou insucesso estará sempre dependente de várias circunstâncias, contudo, quero acreditar que, com o booking certo e os adversários que lhe permitam melhorar e consolidar as suas capacidades, conseguirá triunfar.



The Ascension

A divisão de equipas da WWE melhorou consideravelmente nos dois últimos anos e, em boa verdade, muito o deve ao trabalho desenvolvido, primeiro, pelos The Shield e depois, sobretudo, pela Wyatt Family e pelos The Usos. Contudo, a separação dos Shield deixou esta mesma divisão algo orfã, uma vez que Goldust e Startdust não conseguem dar conta do recado, Ryback & Curtis Axel não me parecem verdadeiramente capacitados ou capazes de rentabilizar as suas qualidades no tag team wrestling, e é manifestamente pouco, curto e repetitivo entregá-la, somente, a duas equipas (por muito boas que elas realmente sejam, especialmente no que toca a Luke Harper e a Rowan que, a meu ver, são a melhor tag team da WWE nos últimos 10 anos). Neste sentido, ao olharmos para a NXT Brand, verificamos que a tag team "The Ascension" já vem sendo trabalhada, pushada e consolidada à bastante tempo e que, num breve espaço de tempo, fará a sua estreia no plantel principal da companhia. Pessoalmente, não considero Conor O' Brain e Rick Victor grandes talentos ou wrestlers vocacionados para se afirmarem como grandes estrelas de singles-wrestling e, de facto, o longo período que levam contratualizados ao sistema de desenvolvimento da WWE também demonstra isso mesmo. Por outro lado, e apesar das suas idades (34 anos e 33 anos, respectivamente), a verdade é que conseguiram desempenhar um bom papel nesta tag team, denotando, acima de tudo, uma enorme capacidade e força física, muita intensidade, um gimmick também diferente do habitual e a criação/utilização de alguns tag team moves a que dou bastante valor. Ora, por serem diferentes, por já estarem em sintonia um com o outro, por já possuirem alguma experiência e, sobretudo, porque acredito que podem adicionar algo de positivo e novo à divisão de equipas da WWE, acredito que quando olhamos para os "The Ascension" estamos perante uma equipa com algum potencial e capacidade para ter sucesso na empresa de Vince McMahon.



Charlotte

A filha de Ric Flair, de seu nome Ashley, tem, a meu ver, tudo o que é necessário para triunfar na WWE. O passado como jogadora de Voleyball e personal treiner garantem-lhe uma forma e capacidade física invejáveis e, por outro lado, a convivência e aprendizagem com o seu pai asseguram-lhe uma compreensão da modalidade e das mais diversas componentes dos combates e interpretação notáveis. Independentemente do mediatismo do seu pai, Charlotte é verdadeiramente carismática, muito forte na expressividade facial e corporal, tem uma imagem fantástica (sendo alta e forte, não deixa de ser super atraente) e já revelou uma capacidade dentro do ringue digna de registo sendo, na minha opinião, de entre todas as divas da companhia aquela que melhor desempenho e performence tem registado (apesar de ainda só estar na NXT Brand). Por estas razões e mesmo sendo um facto que se iniciou nestas lides há bastante pouco tempo, não deixa de fazer sentido que olhemos para Charlotte como uma "diva" com tremenda qualidade e potencial. Sabemos que, no roster principal, actualmente, as coisas estão entregues a Page e AJ Lee e, ainda, que as Brie Bellas ocupam um outro espaço com a rivalidade que as opõe, contudo, as restantes raparigas não conseguem oferecer uma competição séria e credível, não conseguem, nem sabem, como prender a atenção do público...algo que Charlotte já deu provas de saber fazer e cuja diferença da sua personalidade, imagem e capacidades permitirão assegurar. Por isso, porque acredito verdadeiramente no valor da filha de Ric Flair, espero que a WWE se decida a chamá-la à sua programação principal e que saiba cuidar e olhar por ela.

Nota:
Não me refiro, neste texto, a wrestlers como Sami Zyan e Adrian Neville porque, de facto, não me agradam ou preenchem enquanto fã. Na minha opinião são demasiado indie guys e, apesar de reconhecer que a WWE deposita grande confiança neles, não consigo gostar de os ver quer dentro do ringue, quer nos segmentos de promos e entrevistas. Por outro lado, também não toquei nos nomes de Kenta, Prince Devitt e Kevin Steen, porque, apesar de os conhecer, ainda terão de fazer a sua adaptação ao estilo e exigências do produto WWE.


E vocês, quais julgam ser os talentos da NXT Brand preparados para "dar o salto"?!


Um Abraço,
Dias Ferreira


PS: Não se esqueçam de indicar mais temas e assuntos que gostassem de ver ser tratados neste espaço.



Podem acompanhar-me, também, em:


ou


WS TV | WWE NXT - 21 de Agosto de 2014 (VIDEOS)



O episódio desta semana do WWE NXT tem como principal destaque as duas semifinais do torneio para coroar os novos contenders aos NXT Tag Team Championship. Para além destes dois confrontos, estão preenchem, ainda o card do show os seguintes desafios, The Vaudevillians vs. Big Cass e Enzo Amore e Sami Zayn  e Adam Rose vs. Kalisto e Sin Cara. No main-event do show encontraremos Tyson Kidd vs. Tyler Breeze ....



Spinebuster #1 - O que está errado na WWE?

Boas pessoal, eu sou o Slaker21 e sejam muito bem-vindos a mais uma edição do “Spinebuster”, nesta edição vou vos falar da atualidade e de tudo o que eu mudava na WWE se eu fosse o manda-chuva daquilo…

Todos nos sabemos que a WWE já teve dias melhores e que atualmente atravessa uma grave crise financeira, mas de quem será a culpa? Será dos fãs que se começam a fartar da modalidade ou será que se estão a fartar da WWE e a começar a ver com bons olhos outros horizontes? Nomeadamente com a ascensão das chamadas “Indys”. Vou vos dar a minha opinião sobre o assunto e o que poderia resolver muitos dos problemas da companhia máxima de Wrestling neste planeta.


Uma das coisas que nos dias de hoje me faz mais “comichão” é a propaganda que fazem da WWE Network, primeiro porque demonstram o quão desesperados estão em recolher subscrições e depois porque acho que é uma iniciativa que de lógica tem muito pouco, ora vejamos…

Quem é o publico alvo do produto PG da WWE? As crianças.
Quem é que tem independência financeira (ou então não…)? Os adultos.

A WWE quer criar algo em que o alvo é diferente do seu próprio produto, o que dificilmente terá sucesso, primeiro porque os adultos, na sua grande maioria, não se sentem minimamente atraídos para ver os programas semanais, então não fazem a mínima ideia no que consiste a WWE Network e os que vêm o programa, que são na maioria crianças e adolescentes, têm de pedir autorização aos papás para lhe ter acesso…

Para a WWE Network ter um verdadeiro sucesso, o publico alvo teria de ser mais velho, não só pela independência financeira que já falei, mas também porque são os que mais curiosidade têm em rever PPV’s e combates antigos, e para isso a WWE teria de alterar o seu produto, numa revolução de cima a baixo.

De que vale a pena quererem reduzir os custos se depois continuam a ter prejuízo? A WWE tem de se convencer de que quantos mais cortes fazem mais desinteressante o produto fica, então porque não usam a velha estratégia do “ataque é a melhor defesa” e investem ainda mais para tentar subir os “ratings”, aumentar a audiência e, consequentemente, aumentar o “merchandising”? Não seria mais fácil voltar aos tempos que estavam a uns 6 anos atrás?

Claro que repetir tudo está fora de questão, até porque isso só iria regredir mais a empresa, mas podiam fazer algumas (várias) alterações...

E que alterações deviam ser feitas?

Subir a idade mínima para +14, porque iria permitir novamente combates mais extremos e palavrões que os Americanos gostam tanto (deve ser um fetiche qualquer);

Criar uma Cruiserweight Division novamente, e isto seria das medidas mais importantes porque iria dar outras oportunidades a talentos que com o atual projeto servem apenas para jobbar ou acabam no NXT ou até mesmo despedidos (Justin Gabriel, Kofi Kingston, Evan Bourne, Samy Zain, Yoshi Tatsu, Kaval, Hunico, Primo, Épico, Camacho, Slater, Kalisto, R-Truth, Xavier Woods, e muitos outros…);




Terminar certas gimmicks que se tornam cansativas tal como Adam Rose, que como Leo Kruger teria muito mais sucesso; Diego & Fernando que se já como Primo & Épico eram o que eram, então agora ainda estão piores, apesar de terem bastante talento; Damian Sandow que há um ano atrás era Mr. Money in the Bank, mas deste nem vale a pena falar, porque o assunto está mais rodado que a própria AJ Lee; Bo Dallas que assim não chega a lado nenhum e é uma pena porque já provou que tem bons Mic-Skills e dentro do ringue apesar de tudo já demonstrou qualidade (uma entrada para a Wyatt Family não seria mau de todo) e ainda terminar com o Sin Cara e trazer de volta o Hunico, porque já ninguém consegue ficar sério quando vê o Lord Sin Cara…;

Outra coisa que é preciso rever urgentemente é a divisão de Tag Team, por amor de Deus, tirando os Usos e os Wyatts o que há mais? Há os Los Matadores que são jobbers em conjunto, do género “se te metes com ele metes-te comigo” mas que acabam sempre por baixo nem que seja contra o Bo Dallas. Depois há o Stardust e o Goldust que apesar de passarem mais tempo em promos do que no ringue, sempre são a Tag Team mais… menos fraca, vá… E para acabar em grande há os Slater Gator que nem vale a pena falar e os Rybaxel, que são uma Tag de um gajo que está lá só porque é filho de um dos melhores de sempre e de outro que há uns tempos destruía tudo e lutava pelo titulo da WWE e agora é mais jobber que outra coisa. (Deve ter comigo a Stephanie, mas isto não sai daqui ok? Ok.)

É mais que óbvia a urgência em trazerem os The Ascension para rivalizar com os Usos e arranjar uma boa stable para rivalizar com os Wyatts, porque já todos estavamos cansados desta feud que parecia que nunca mais acabava!;


Outra coisa que a WWE deve ter em conta, e não me acredito que isto aconteça sem querer, acho que é o HHH a apanhar as pancas do Vince já, é a credibilidade. Como é que um gajo como o Ryback tem uma queda assim do nada? Porque é que o Vince introduz o Drew McIntyre como “The coosen one” e depois ele se torna num Man Band? Como é que o Khali que é um ex-campeão do mundo e era um gajo destruidor se tornou num dançarino pouco melhor que o Fandango? Ah! E já que se fala neste Marco Paulo que tem dois amores, para que é que ele ganhou ao Jericho mesmo?

Mas para mim a situação mais preocupante é a do Kane, (pode ser que agora com a nova personagem de “Jacob Goodnight” comece para aí a arrancar olhos…) se bem se lembram (eu lembro me bem, tinha 2 anos negativos quando isso foi) o Kane quando se estreou levou tudo a frente, ninguém o conseguia atirar ao chão sequer, no combate na Wrestlemania XIV demorou quase 15 min até o Undertaker o conseguir derrubar, safou-se de 2 tombstones e quase do 3º, não dizia uma palavra, era um monstro autentico! Passados 15 anos andava ai de fato e gravata todo “pimpão” e a obedecer a “authority”, como é isto possível?

São estas as perguntas que todos fazemos, mas que a única resposta que obtemos é a de “Ah, a WWE mudou os planos deles”, se mudam os planos, ao menos que o façam com sentido, não é assim…




Por ultimo e talvez o mais importante, aquilo que a WWE devia fazer para começar a melhorar os seu produto era dividir novamente os rosters e os títulos e começar a transmitir o Smackdown em direto. Agora pensam vocês “mas isso não traria mais custos?” Sim traria, mas também traria mais dinheiro, porque o Smackdown quando vai ao ar, já toda a gente sabe o que se passou e não assiste, ultimamente o Smackdown é um Main Event de maior duração, é um programa claramente secundário, e com a divisão do roster e um titulo próprio o publico sentir-se-ia mais atraído e mais motivado para assistir.

Para além de que, com isto a WWE conseguiria finalmente reduzir o numero de lesões, porque as superstars só iriam competir uma vez por semana e assim já se poderia apostar em lutadores mais propícios a lesões sem medo que eles se lesionassem durante um reinado, coisa que enquanto eles tiverem de fazer 3 combates em 2 dias vai ser complicado…

Outra razão para dividirem os títulos e o roster é que a WWE quer fazer do Daniel Bryan e do Roman Reigns top babyfaces junto com o Cena, e do Cesaro e do Bray Wyatt top heels junto com o Randy Orton, ou seja 6 main eventers de topo, junto com os part-timers do costume como Batista, The Rock and my client Brrrrrrrrock Lesnar para 1 titulo vai ser quase impossível!





Vá amigos, acho que é tudo… esta é a minha opinião sobre aquilo que daria a WWE o ar fresco que necessita, comentem ai se concordam comigo e deixem as vossas opiniões, divirtam-se e até para a semana ;)

WWE Debates | WWE Legends Of Wrestling - Canada Effect (2010)


Debate Completo - AQUI

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